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Até 02 de setembro (Segunda a sábado)
Silvia Velludo – Divisas & Marcus Vinicius – Promessa de Beleza
A Galeria Virgilio abre duas novas mostras individuais: Divisas de Silvia Velludo e Promessa de Beleza de Marcus Vinicius. Na Sala 1, Silvia Velludo exibe Divisas, sua primeira individual na galeria, com 10 quadros em grandes dimensões cobertos por pequenas contas de vidro, um vídeo, um objeto e uma série de cinéticos. No mesmo piso, na Sala 2, Marcus Vinicius em sua Promessa de Beleza, expõe 11 trabalhos em acrílica sobre MDF e esmalte sobre vidro, bem como 3 peças-objetos, Livros, que podem ser manuseadas pelos visitantes. Em ambas as exposições, a cor e seu caráter expansivo é elemento fundamental.
Silvia Velludo é natural de Ribeirão Preto, SP, e formada em Comunicação Visual pela Fundação Armando Álvares Penteado, FAAP. Possui extensa trajetória nas artes plásticas, construída ao longo dos últimos 20 anos, com mostras em galerias de arte e museus, mas faz de Divisas sua primeira mostra individual da capital paulista.
Marcus Vinicius, paulistano, vive e trabalha em São Paulo. Com licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, possui uma extensa lista de participação em feiras internacionais de arte contemporanea, tanto no Brasil como no exterior. Em seu curriculo constam prêmios de destaque como o do Salão Nacional de Artes Plásticas - FUNARTE - Prêmio Brasília de Arte, Salão Nacional Universitário - FASM - SP - 1º Prêmio e Bolsa Projeto Ateliê II - Secretaria de Estado da Cultura e Oficina Cultural Oswald de Andrade – SP.
Ficha técnica
Texto:José Bento Ferreira – Silvia Velludo e Guy Amado – Marcus Vinicius
Nº. obras: 38 (24SV + 14MV)
Técnica:contas de vidro, vídeo, caixa, objetos de madeira, motor, acrílica s/ MDF, esmalte, vidro.
Dimensões: de 55 x 60 cm. a 200 x 200 cm.
Onde: Galeria Virgílio
Endereço: Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426 – Pinheiros - São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS
Horário: 2ª a 6ª feira das 10h às 19h/ Sábados - das 10h às 17h
Gênero:
Mais informações: Tel.: (11) 3062-9446
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Até 07 de Setembro (Grátis as terças-feiras)
Bossa na Oca
São Paulo sedia a maior homenagem feita à geração da Bossa Nova. O projeto ItaúBrasil promove a megaexposição tecnológica Bossa na Oca, um dos principais eventos da programação que celebra os 50 anos desse movimento. A mostra conta com 12 mil fotografias e 3.000 horas de imagens. O público tem acesso a áudios e imagens célebres e/ou inéditas - incluindo fotografias do concerto do Carnegie Hall, que pertencem ao acervo da Biblioteca do Congresso Norte-Americano - e pode presenciar um encontro virtual histórico entre Tom Jobim, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Stan Getz, tendo Johnny Alf como âncora. Esta apresentação só é possível graças à tecnologia Eyeliner, usada nas apresentações da banda virtual Gorillaz.
Nos quatro andares da Oca, a exposição dialoga com a própria arquitetura do espaço, usando linhas leves e imagens inspiradas pela musicalidade da Bossa Nova. Cordas de violão (nylon) delimitam os espaços e os fluxos, em substituição às paredes. Alguns dos ambientes fundamentais para o surgimento da Bossa Nova, como a praia de Copacabana, o apartamento de Nara Leão e o lendário Beco das Garrafas foram recriados livremente no espaço do Ibirapuera. As imagens selecionadas vêm da França, Estados Unidos, Itália, Alemanha, Inglaterra, além do próprio Brasil, muitas obtidas em arquivos pessoais de colecionadores e de amigos da bossa. Algumas raridades da TV também estão presentes na exposição, ainda que muitos dos arquivos tenham se perdido em tragédias, como os incêndios ocorridos na TV Record e na TV Excelsior.
Onde: OCA – Pavilhão Engenheiro Lucas Nogueira
Endereço: Parque do Ibirapuera - Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Portão 03 - São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS AS TERÇAS-FEIRAS. (Preço nomal: R$ 20,00/inteira e R$ 10,00/Meia)
Horário: das 10h as 21h
Mais informações: 4003-2050
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Até 7 de Setembro (Terça a Domingo)
O COTIDIANO COLONIAL PAULISTA – ENTRE O REAL E O IMAGINÁRIO
Exposição que faz uma síntese do período colonial a partir do índio, do colonizador e do jesuíta. Estão expostos documentos originais e produções iconográficas feitas por artistas do século 20. Um dos destaques é o Cenário original, ambiente que projeta sons e imagens captados na Mata Atlântica. A chegada do colonizador e do jesuíta e suas relações com os índios podem ser vistas em O encontro dos personagens, exibição simultânea de três vídeos.
Curadoria: Camila Duprat.
Onde: Casa do Bandeirante
Endereço: Av. São João, 473 - 6º ao 15º - Centro- São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS.
Horário: das 9h às 17h
Gênero: Popular
Mais informações: Tel.: (11) 3082-5023
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Até 7 de Setembro (Terça a Domingo)
DA INDEPENDÊNCIA AO GRITO: UM PROJETO DE MONUMENTO
Curadoria: Cecília Salles (historiadora) e Ricardo Bogus (museólogo), ambos do Museu Paulista.
Exposição com imagens, textos e projeções de documentários sobre os aspectos que envolveram a Proclamação da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822, e a construção do Monumento à Independência, 100 anos depois.
Onde: Monumento à Independência
Endereço: Parque da Independência -Ipiranga- São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS.
Horário: das 9h às 17h
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Até 7 de Setembro (Terça a Domingo)
MEMÓRIA DA TERRA
Artista plástica: Vânia Pires.
Obras resultantes de pesquisa e observação da cultura dos índios Kadiwéu, do Pantanal Sul do Mato Grosso. A artista desenvolveu duas vertentes de produção: a série de tigelas e as representações do joão-bobo.
Onde: Casa do Bandeirante
Endereço: Av. São João, 473 - 6º ao 15º - Centro- São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS.
Horário: das 9h às 17h
Gênero: Popular
Mais informações: Tel.: (11) 3082-5023
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Até 7 de Setembro (Terça a Domingo)
NO SÍTIO
Artista plástica: Juliana Chagas.
A artista desenvolveu cerâmicas e aquarelas em grande formato e cores vibrantes, incorporando a temática popular às técnicas tradicionais. Sua referência vem dos fundos de quintal onde, em meio a riachos e plantas, estão galinhas, peixes, flores, árvores frutíferas, entre outros elementos típicos do ambiente rural, além dos ambientes internos das moradias, com seu mobiliário antigo e padronagens dos tecidos e azulejos.
Onde: Sítio da Ressaca
Endereço: Rua Nadra Raffoul Mokodsi, 3 Jabaquara - São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS.
Horário: das 9h às 17h
Gênero: Popular
Mais informações: Tel.: (11) 5011-2421
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Até 7 de Setembro (Terça a Domingo)
TATUAPÉ, O FUTURO DE UM BAIRRO
Curadoria: Elaine da Costa Mesquita, Débora Brando Balázs, Aurélio Eduardo do Nascimento e Nelson Somma.
Mostra que reúne textos e fotografias acompanhando a forma como a edificação se inseriu no bairro, desde seu passado histórico rural, percorrendo a fase industrial e, atualmente, residencial e de prestação de serviços. Entre os destaques estão imagens que contam o passado da casa histórica do Tatuapé (que sedia a exposição), além de registros de sítios e chácaras do período de construção da Estrada de Ferro São Paulo – Rio de Janeiro (1875) e da chegada do metrô ao bairro na década de 1980.
Onde: Casa do Tatuape
Endereço: Tatuape - São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS.
Horário: das 9h às 17h
Gênero: Popular
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De 01 a 13 de setembro (Segunda a Sábado)
Exposição Adélia Klinke
Mônica Filgueiras Galeria de Arte inicia o segundo semestre de sua agenda expositiva com a apresentação de obras da artista-plástica Adélia Klinke. São 40 trabalhos entre aquarelas sobre papel, acrílica sobre papel e acrílica sobre tela, registro da produção dos dois últimos anos. A artista propõe questões relativas à utilização de linhas que delimitam e consolidam o espaço, sempre envoltas em um universo com abundancia de cores vívidas que oferecem ao espectador uma nova dimensão da realidade, uma vez que o referente concreto utilizado é irrelevante ao ceder perante à forma como a artista trabalha a tinta. A abertura é dia 30 de agosto.
Ficha Técnica:
Técnica: aquarela s/ papel, acrílica s/ tela, acrílica s/ papel
Dimensões: de 25 x 25 cm a 200 x 190 cm
Nº de obras: 40
Onde: Mônica Filgueiras Galeria de Arte
Endereço: Rua Bela Cintra, 1.533 – Consolação - São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS
Horário: 2a a 6ª feira, das 10 às 19hs. Sábado, das 10 às 15h
Gênero:
Mais informações: Tel.: (11) 3082.5292
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Até 14 de setembro
Emoção Art.ficial 4.0 - Emergência!
A mostra, que fica em cartaz até 14 de setembro, reúne 16 obras que tratam da imprevisibilidade dos resultados em diversos ambientes. “Reunimos trabalhos que mostram que mesmo no mundo dos softwares e dos componentes eletrônicos há a presença do inesperado”, diz Marcos Cuzziol, coordenador do Itaulab (Núcleo de Arte e Tecnologia do instituto) e um dos organizadores da exposição. “O eixo da mostra está no conceito de emergência, que no campo da arte tecnológica explora justamente o acaso onde deveria imperar o previsível”, completa Guilherme Kujawski, que compartilha a organização da mostra.
Nesta quarta edição da bienal, o público vai conhecer os trabalhos de dois coletivos e de 14 artistas da Áustria, Bélgica, Brasil, Colômbia, Coréia, Estados Unidos, França, Inglaterra, México, Portugal e Suécia.
Na sede do Itaú Cultural estarão expostos robôs que lêem as expressões faciais dos visitantes e respondem com emissão de cores; um robô que pinta quadros no estilo gestual e que capta os inputs do público (a obra integra o acervo permanente do Museu de História Natural de Nova Iorque na área de origem da espécie humana); carpas que se transformam em peixes-DJs, alterando com seus movimentos o som ambiente da sala de exposição; células virtuais que reinventam sons e compõem sinfonias, seres de vida artificial que se reproduzem; entre outros trabalhos.
A mostra também ganha o espaço urbano. A exposição terá a obra Ultra-Nature instalada na estação do metrô Paraíso. A peça é um painel de 9 por 3 metros que simula um jardim virtual com espécies fictícias de plantas. Quando o público passa pela obra, as plantas se movimentam, espalham seus polens e geram novas espécies.
Uma outra atração para o público será a demo do esperado videogame Spore, criado por Will Wright, o mesmo criador do SimCity, ambos da Electronic Arts. O jogo desenvolve uma história sobre a origem da vida, a criação de civilizações, sua evolução e seu fim. Com gráficos de alta qualidade, Spore é um exemplo completo de emergência, uma vez que o comportamento das criaturas do jogo é totalmente imprevisível, bem como o seu destino.
Onde: Itaú Cultural
Endereço: Av. Paulista 149 - Paraíso - São Paulo/SP
Acessos especiais: O prédio apresenta facilidades para portadores de deficiência física. Há uma rampa na entrada pela Avenida Paulista, elevadores com acesso a todas as áreas expositivas, espaço e entrada lateral para cadeira de rodas na Sala Itaú Cultural e banheiros especiais nos pisos térreo e 1º subsolo.
Quanto: Grátis
Horário: De terça a sexta, das 10h às 21h. Sábs., doms. e feriados, das 10h às 19h
Gênero: Arte Eletrônica
Mais informações: (11)2168 1777
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Até 14 de Setembro (Todos os dias)
SETENTA E OITO, SETENTA E NOVE: PRECURSORES DO GRAFITE EM SÃO PAULO
A exposição revela parte da apropriação da cidade pelo grafite e o envolvimento desses artistas com xerox, arte postal, videoarte, performance, livros e publicações de poesia visual que marcaram esse movimento.
Curadoria: Maria Olímpia Vassão e Maria Adelaide N. Pontes.
Participantes: Alex Vallauri, Fernando Meirelles, Hudinilson Jr., Tadeu Jungle, Walter Silveira e outros.
Onde: Centro Cultural São Paulo (Piso Flávio de Carvalho. Centro)
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso - São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS.
Horário: das 10h às 18h
Gênero: Popular
Mais informações: Tel.: (11) 3383-3400
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Até 14 de Setembro (Terça a domingo)
A Casa Xinguana - Casas do Brasil 2008
Com fotos de Milton Guran, a mostra apresenta a habitação tradicional dos povos indígenas do Parque Nacional do Xingu, sua arquitetura, uso cotidiano, função social e dimensão simbólica.
Clicadas pelo fotógrafo e antropólogo em diversas estadas entre 1978 e 1984, as imagens constituem importante documentação, pois apresentam aspectos tradicionais xinguanos, especialmente das aldeias Kamayurá e Kuikuro, em práticas anteriores a uma maior aproximação com a cultura nacional. Tomam a casa como referência em diversos rituais, como o Quarup e o Jogo do Javari, relatando a contribuição na formação da diversidade brasileira.
Algumas imagens remontam há quase 30 anos, como é o caso da documentação de um casamento tradicional Kuikuro em torno do qual se constrói a exposição. Embora a cerimônia de casamento seja bastante freqüente, e continue a mesma que há 30 anos, esta é a única documentação fotográfica conhecida do ritual completo.
Terceira edição de Casas do Brasil, projeto implantado pelo MCB em 2006, que tem por objetivo criar um inventário das diversas formas de morar no Brasil, a exposição tem textos de Carlos Fausto. Antropólogo dedicado ao estudo dos Kamayurá, apresenta na mostra a dimensão histórica da ocupação do território brasileiro pré-descobrimento, cuja organização espacial é praticada até os dias de hoje no Alto Xingu.
No Brasil se encontram as últimas fronteiras intocadas da diversidade humana representadas por diversos grupos indígenas da região amazônica, alguns poucos ainda isolados da sociedade nacional. Esses grupos fazem parte de um conjunto de cerca de 200 diferentes povos indígenas que, em diversos graus de integração com a sociedade nacional, participam ativamente do processo de construção da identidade brasileira como nação. Na mostra, que tem patrocínio da Kostal Eletromecânica, esta diversidade cultural é vista e apresentada como patrimônio maior do povo brasileiro.
Curadoria: Milton Guran
Abertura: 26 de julho, sábado, das 11 às 13h
Visitação: de 26/7 a 14/9
Onde: Museu da Casa Brasileira
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 - Pinheiros - São Paulo/SP
Quanto: R$ 4,00 (Inteira), R$ 2,00 (meia) e GRÁTIS aos domingos.
Hora: das 10h às 18h
Gênero:
Mais informações: Tel.: (11) 3032-3727/3032-2564
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Até 20 de setembro (terça a Sábado)
Exposição Liliana Porter – To See Blue
A Galeria Brito Cimino inaugura a exposição To See Blue da artista plástica argentina, radicada em New York, Liliana Porter que, inspirada em seu acervo pessoal de souvenires e brinquedos de coleção, combina 20 trabalhos entre fotografias, pinturas, um vídeo e diversas pequeninas esculturas/instalações. Com alegre prazer em criar justaposições entre os seus objetos favoritos, Liliana Porter produz “diálogos” visuais que provocam o imaginário enquanto questionam noções de realidade. Abertura dia 20 de agosto.
Ficha técnica:
Texto: José Luis Blondet
Nº de obras: 20
Técnica: acrílica sobre tela, fotografia, vídeo, porcelana, madeira, metal, areia, tecido, duraflex.
Dimensões: de 9 x 5 x 5 cm. a 152,5 x 246,5 cm.
Onde: Galeria Brito Cimino
Endereço: Rua Gomes de Carvalho, 842 – Vl. Olímpia - São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS
Horário: terça a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h.
Gênero:
Mais informações: Tel. (11) 3842.0635
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Até 20 de setembro (Segunda a sábado)
Daslu e Galeria Brasiliana realizam mostra “Festa de Cores”
O maracatu é uma manifestação cultural da música folclórica pernambucana afro-brasileira, surgiu em meados do século XVIII e foi criado para formar uma crítica as cortes portuguesas. Já a Festa Junina é uma celebração brasileira e portuguesa, de origem européia. Historicamente está relacionada com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho segundo o calendário Juliano, implantado pelo líder romano Julio César, em 46 a.C, como uma importante alteração no calendário romano. A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome que vem de Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes.
Na mostra Festa de Cores o público terá a oportunidade de apreciar o trabalho e adquirir algumas obras, de artistas da Galeria Brasiliana, valorizadas principalmente pelo ineditismo, diversidade e o caráter distintivo de cada região.
Na pintura, estarão expostas obras de Licídio Lopes (Bahia), Bajado e Alcides Santos (Pernambuco), Irene Medeiros (Paraíba). Na Xilogravura foram selecionadas peças de Abraão Batista (Ceará) e J. Borges (Pernambuco). “A xilogravura popular nordestina esteve sempre ligada à “literatura de cordel”, constituída de livretos em forma de versos, vendidos em feiras, que são um verdadeiro “jornal do sertão” e J. Borges é o mais importante artista da xilogravura popular nacional, por sua numerosa obra, sua capacidade narrativa, humor e observação sensível da realidade”, destaca Rugiero.
Na Cerâmica estarão presentes obras dos pernambucanos Tota e Marliete, de Cícera Fonseca (Ceará) e Sil (Alagoas) - “provavelmente a mais criativa do decênio”, observa o marchand. Além disso o público poderá conferir desenhos de Vicente Ferreira e Romero de Andrade Lima (Pernambucano), adereços de carnaval de João de Andrade. “Único brasileiro com obra no museu de Cleveland”, revela Rugiero. Na escultura os representantes são Resendio e J. F. Cunha (Pernambuco). “As obras de Cunha foram descobertas no Brasil nos últimos 10 anos e a melhor definição veio de uma criança que dizia: “ele faz brinquedo de gente grande´, lembra o marchand. Na reciclagem estarão presentes as obras de Paulo Carreiro, “que acaba de ganhar prêmio no Canadá”, ressalta.
Onde: Daslu
Endereço: Av. Chedid Jafet, 131, São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS
Horário: das 10h às 20h.
Gênero: Arte popular
Mais informações: Tel.: (11) 3086-4273
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Até 21 de setembro (Terça a domingo)
MARCEL DUCHAMP: uma obra que não é uma obra “de arte”
Dentro das comemorações de seu aniversário de 60 anos, o Museu de Arte Moderna de São Paulo apresenta “Marcel Duchamp: uma obra que não é uma obra ‘de arte’”, a maior exposição individual do artista franco-americano já realizada na América do Sul. A Fundação Proa, de Buenos Aires, é a organizadora da mostra, com a qual inaugurará sua nova sede em novembro. A curadoria é de Elena Filipovic, co-curadora da Bienal de Berlim e especializada na obra do artista. Complementando a mostra, a Sala Paulo Figueiredo recebe “Duchamp-me”, com obras de artistas brasileiros inspirados no franco-americano e curadoria de Felipe Chaimovich. A mostra é apresentada pela Tenaris Confab com o co-patrocínio do Itaú BBA.
A mostra de Marcel Duchamp celebra o aniversário de 60 anos do MAM-SP com propriedade: teria sido dele a curadoria da primeira exposição do museu se tivesse sido posto em prática o projeto enviado de próprio punho a Ciccillo Matarazzo, por carta, em 1948. Tal documento será exibido na exposição “Duchamp-me”.
Quarenta anos depois da morte de Duchamp, em 2 de outubro de 1968, a mostra propõe uma reflexão sobre a revolução artística promovida por um dos mais controvertidos artistas de seu tempo, precursor de diversos movimentos e procedimentos que viriam a ser assimilados ao longo de todo o século 20 pelas artes visuais.
Entre as cerca de 130 peças em exibição, figuram marcos cruciais de sua carreira, incluindo “O grande vidro”, nome pelo qual é conhecida “La Mariée mise a nu par ses Célibataires, même”, obra inédita no Brasil. O núcleo comemorativo do centenário do artista na 19ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1987, foi a maior exibição de obras do artista realizada anteriormente. Muito mais modesta (75 peças no total) que a atual exposição, essa mostra não incluía “O grande vidro”.
Essa assemblage, que levou oito anos para ser totalmente construída (de 1915 a 23), ainda hoje suscita estudos por parte dos pesquisadores da obra de Duchamp, em busca de significados ocultos, uma prática comum do artista, que nomeava seus trabalhos com jogos de palavras e os preenchia com referências de humor refinado, menções arquetípicas e psicanalíticas.
Marcel Duchamp: Nascido em 28 de julho de 1887 na região da Alta Normandia, na França, Marcel Duchamp rompeu com a arte até então realizada com o objetivo de resgatar a autonomia e o valor do artista plástico, refutando a idéia de trabalho artístico que visasse meramente o prazer estético e o deleite visual. Toda sua criação seguiu em busca da resposta à sua pergunta (e que inspirou o título da exposição): “Pode alguém fazer uma obra que não seja uma obra ‘de arte’?”. Por ela compreende-se sua recusa ao conceito de arte de então, cujos critérios a serem seguidos eram predominantemente cor e forma, em detrimento de tema, intenção ou idéia por parte do artista, desconsiderando o pensamento inserido na obra.
Onde: Museu de Arte Moderna de São Paulo MAM-SP
Endereço: Parque do Ibirapuera - Av. Pedro Álvares Cabral s/nº, portão 3 - São Paulo/SP
Quanto: R$ 5,50
Horário: das 10h às 18h
Mais informações:Tel.: (11) 5085-1300
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De 03 a 21 de Setembro (Terça a Domingo)
PRA SEMPRE TOM JOBIM
Apresentação de obras visuais de 22 artistas, interpretando músicas do compositor e maestro Tom Jobim. Curadoria: Sara Goldman. Livre.
Onde: SESC Santana (Área de Convivência 2)
Endereço: Av. Luiz Dumont Vilares, 579 - Santana - São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS
Horários: Terça a sexta, das 13h às 21h30; Sábado, das 10h às 20h30; Domingo, das 10h às 18h30.
Gênero:
Mais informações: (11) 2971-8700
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Até 28 de Setembro (De Terça a Domingo)
1ª MOSTRA DO PROGRAMA DE FOTOGRAFIA 2008
Novos fotógrafos: André Hauck, Fabio Okamoto e Luiza Baldan. Fotógrafa convidada: Claudia Andujar.
Primeira exposição com os artistas selecionados pelo edital de 2008 do Programa Anual de Fotografia do CCSP/ Galeria Olido. Participam desta exposição André Hauck, Fabio Okamoto e Luiza Baldan. A mostra tem como convidada a fotógrafa Claudia Andujar, que expõe trabalhos realizados com os índios Ianomâmi.
Onde: Galeria Olido
Endereço: avenida São João, 473 - Centro - São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS.
Horário: 12h e 20h30
Gênero: Popular
Mais informações: Tel.: (11) 3397-0000
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Até 28 de Setembro (Terça a Domingo)
MAQUETES REUNIDAS
Artista plástico: Guto Lacaz.
A obra dialoga com as funções da Capela do Morumbi, onde foi instalada, mostrando a diversidade da arquitetura em São Paulo e o laborioso trabalho de construção de uma maquete como instrumento de venda e seu conseqüente triste destino: a destruição, e o contraste com a técnica milenar da taipa de pilão.
Onde: Capela do Morumbi
Endereço: Av Jorge João Saad, 339- Jardim Leonor - São Paulo/SP
Quanto: GRÁTIS.
Horário: das 9h às 17h
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De 2 de setembro a 17 de outubro (Segunda a Domingo)
O Novo Expressionismo: Cabral, Ayoub e Perelman
A exposição O Novo Expressionismo: Cabral, Ayoub e Perelman tem como tema a emoção, a arte feita com a força motriz direta da sensibilidade e do sentimento. Com curadoria do crítico Jacob Klintowitz, a mostra reúne três artistas de alto nível, muito diferentes entre si: Antônio Hélio Cabral com seis telas inéditas; Naji Ayoub, seis telas inéditas e Ivo Perelman, com 10 telas, a maior parte nunca apresentada em São Paulo.
Experiente curador e jornalista, entusiasta da mostra, Klintowitz assim resume os artistas: Ivo Perelman (São Paulo, 1961) é um artista brasileiro residente nos Estados Unidos. É também músico de alto nível, obtendo reconhecimento internacional na sua proposta de variações experimen tais a partir do jazz. É pintor de qualidade, com apreciação positiva de alguns significativos críticos americanos. O seu trabalho segue a linha expressionista na sua intensidade mais extrema. Como pintor/desenhista tem realizado um trabalho importante e várias exposições. Antonio Hélio Cabral (Marília, São Paulo, 1948) é um dos pintores e desenhistas de mais intensa atividade no Brasil, participou de inúmeros livros, dezenas de exposições importantes em locais de prestígio. A sua obra é de grande impacto e empatia com o público. Naji Ayoub (Líbano, 1954) é essencialmente pintor e escultor, trabalhando normalmente com grandes formatos. Dotado de uma técnica refinada, elabora superfícies com sutil cromatismo. A sua obra é de grande delicadeza.
O Espaço Cultural Citi renova assim a sua vocação de mostrar obras de arte no centro vital de São Paulo. Desde 2005, passaram por ali nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli, Cláudio Tozzi, Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Ivald Granato, Takashi Fukushima, Caciporé Torres e a ceramista Shoko Suzuki, entre outros.
O Novo Expressionismo, por Jacob Klintowitz: Lentamente a luz penetra e aclara o mundo e todos os dias o sol repete esta sua lição, a alvorada e o novo dia. E a brincadeira infantil alegra como se a humanidade terminasse de nascer. A criança é Janus, o deus grego de dupla face,=2 0olha o passado e contempla o futuro. É por isto que a sua graça significa, ao mesmo tempo, o brilho humano e um presente dos céus. E a flor nos fascina como a manifestação espontânea da beleza. Estes são três símbolos universais da humanidade, o sol, a criança e a flor, a representarem a esperança e as dádivas da harmonia e da renovação.
Talvez seja inacreditável que, em determinado momento, tenha se imposto a necessidade de priorizar a emoção como suprema força expressiva na arte. Só o conhecimento das tragédias sangrentas da humanidade no último século permite pensar o impensável, a arte como veículo da emoção e o artista como sacerdote supremo da solidariedade. É este rio de largas margens por onde transitou a arte contemporânea e que tem em Vincent Van Gogh o seu inegável mestre. Nesta exposição, estes são três artistas, cada uma à sua maneira pessoal, da emoção.
Ivo Perelman é músico e pintor de raríssimo registro. A sua pintura é o relato do sentimento, o batimento rítmico do movimento interior, a dança corporal e anímica de uma poderosa intuição que se manifesta numa escrita única. Perleman reinicia uma tradição recente do expressionismo, cujo ápice foi Jackson Pollock, acrescentado a sutileza e o controle da emoção, só possível em artistas de desprendimento absoluto. Perleman está a serv iço de sua intuição e a sua caligrafia é de tal ordem abstrata e simbólica que o seu parentesco mais próximo é o Oriente e o Hai kai.
Naji Ayoub é um pintor de delicadeza suprema. Ele se aproxima da pintura como se vislumbrasse mudanças sutis em cores imaginárias e tivesse o intuito de registrá-las no suporte antes que sumissem deste horizonte. Alguma coisa de inalcançável que ele deseja fixar. E o faz em pinturas silenciosas, tonais, nas quais, aqui e ali, um novo elemento, uma pincelada tátil ou uma cor mais vibrante, se colocasse como parâmetro de um novo diálogo, uma comparação entre dois mundos. A sua é uma anotação poética da sensação pictórica.
Antonio Hélio Cabral é o pintor da exacerbação, do movimento da emoção sem limites. A sua é uma pintura da temperatura da lava. Ele impressiona por sua contundência e caráter inapelável. É um gesto em expansão, decisivo, um vôo livre correspondente à intuição, resposta física à visão interior, relâmpago transformado em concretitude, percepção que se pretende linguagem, momento de transformação. É o rito de passagem do intuitivo ao pintor. Esta transfiguração evidencia a questão do tempo do gesto, a duração do pintar. Antonio Hélio Cabral é um mágico inventor de ocasos.
Citi, a empresa líder em serviços financeiros globais, tem mais de 200 milhões de contas de clientes e negócios em mais de 100 países, sempre oferecendo aos consumidores, às empresas, governos e instituições uma grande variedade de produtos e serviços financeiros, inclusive de consumer banking e crédito, corporate e investment banking, corretagem de títulos mobiliários e administração de fortunas. As principais marcas que compõem o Citi são Citibank, CitiFinancial, Primerica, Smith Barney, Banamex, Nikko Cordial e Credicard Citi.
Local: Espaço Cultural Citi
Endereço: Avenida Paulista, 1.111 - Térreo - Cerqueira César - São Paulo
Acessibilidade: Acesso a portadores de deficiência física pela Alameda Santos, 1146.
Quanto: GRÁTIS
Horário: De segunda a sexta-feira, das 9h às 19h; aos sáb ados, domingos e feriados, das 10h às 17h.
Gênero: Novo impressionismo
Mais informações: www.citi.com.br
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Até 26 de Outubro (Terça a domingo)
Machado de Assis: “Mas este capítulo não é sério”
Mostra que começou no dia 15 de julho, relembra aquele que é considerado por muitos o maior escritor da literatura brasileira e uns dos maiores da literatura universal. A exposição é baseada na obra Memórias Póstumas de Brás Cubas, publicada originalmente como folhetim, em 1880, e editada como livro no ano seguinte.
“Com essa exposição, queremos, além de homenagear Machado de Assis, desmitificá-lo sem tirar seu inegável mérito, aproximá-lo do leitor. Por isso, o título remete a um dos capítulos de Memórias Póstumas de Brás Cubas, o Capítulo CXXXII / Que não é sério, e já mostra a visão crítica e por vezes irônica do autor para com tudo: a sociedade, suas personagens e sua própria obra. A exposição mostrará ao nosso grande público o prazer que causa ler qualquer um dos títulos de Machado de Assis”, explica Antonio Carlos Sartini, superintendente do Museu da Língua Portuguesa.
A mostra ocupará o espaço para exposições temporárias no primeiro andar do Museu até 26 de outubro e é realizada no ano em que se completa o centenário de sua morte. A coordenação geral é de Ana Helena Curti, arquitetura de Pedro Mendes da Rocha, a curadoria de Cacá Machado e Vadim Nikitin e consultoria de José Miguel Wisnik.
“A proposta dos curadores Cacá Machado e Vadim Nikitin e de José Miguel Wisnik é fazer com que o centenário aproxime os mais variados públicos desse autor, que tantas vezes levou a fama de clássico inalcançável ou de bibliografia escolar obrigatória”, conta Ana Helena Curti, coordenadora geral.
Onde: Museu da Língua Portuguesa
Endereço: Praça da Luz, s/nº - Estação da Luz
Acessos: Prioridade de acesso para pessoas com necessidade especiais, grávidas e idosos.
Quanto: R$ 4,00 e meia-entrada, GRÁTIS AOS SÁBADOS.
Horário: das 10h às 17h
Mais informações: Tel.: (11) 3326-077

